Páginas

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Quem seria um Líder?

Quem seria um Líder?
Quem seria o líder? Todos nós podemos ser. Pois certamente em algum momento e de alguma forma em nossas vidas, exercemos essa função. Porém ser líder, tem algo de muito especial no sentido pleno da palavra. Liderar é ter a capacidade de motivar pessoas, e de transformar a vida delas para melhor. Não há grande ou pequeno líder; o verdadeiro líder é responsável pelo engajamento do grupo, é responsável em retirar o que há de melhor, para que o bem comum da equipe e da empresa aconteça. Abaixo Seguem as 8 principais características de um líder.(*) 1- Conhecer a si mesmo. Reconhecendo seus pontos fortes e fracos. 2- Reconhece a sua missão de vida profissional e possui a visão de futuro. Está satisfeito com a sua função e desempenho. 3- Ao implementar a sua visão de futuro, não tem medo. Usa ao seu favor o planejamento, o cálculo, porém aliado ao otimismo e a capacidade de execução. 4- Conhece seus valores e vivencia. É cordial e amistoso, um líder não precisa estar na função de líder para ser líder, ele o é onde estiver, basta observar o seu comportamento. 5- É criativo. Sempre aberto para renovações e ideias. 6- É um coach, colocando-se em condições de igualdade aos liderados. 7- Tem uma vida equilibrada, exercita a liderança em todos os aspectos da sua vida. 8- Tem integridade, onde não se aplica o meio termo.

Quem não aceita críticas não serve para liderar.

Quem não aceita críticas não serve para liderar.
Muitas vezes ficava me perguntando por que achava tão difícil aceitar quando me criticavam, penso que seja a dificuldade que tinha de separar o lado profissional do pessoal. Percebí também que meu espaço como líder autoritário estava ficando pequeno, uma vez que os questionamentos se tornaram constantes. Ignorando as críticas minei a participação dos meus colaboradores que perderam o interesse em se envolver pois ficavam desmotivados. Faziam suas tarefas por obrigação e rendiam o mínimo necessário para garantir seus empregos. Não foi fácil perceber e aceitar que precisava mudar, mas mudei. O tempo e a experiência fizeram com que eu recebesse às críticas de forma madura e aprendi a não levá-las para o lado pessoal. O resultado dessas mudanças foram, o aumento da produtividade, bem como a melhora dos relacionamentos profissionais e pessoais. Quando aceitamos as críticas de um colaborador ou subordinado que se expressa de forma sincera e verdadeira evitamos que ele fique falando pelas nossas costas, fazendo complô e prejudicando o ambiente de trabalho e por consequência a empresa também. Provavelmente esse colaborador será demitido ou pedirá demissão por estar insatisfeito com seu trabalho. Percebí também que por trás de uma reclamação feita por uma pessoa pode está uma realidade cruel, ou seja que muitos ou todos estejam querendo fazer a mesma coisa e não fazem por falta de coragem. O bom mesmo é colocar em pratos limpos e resolver abertamente. Quando uma crítica é construtiva todos ganham, o líder, os colaboradores e a empresa. Por tanto quem não aceita críticas não serve para liderar.

São as pessoas que fazem a diferença, não as ferramentas de gestão. Sem relacionamento, o desempenho cai.

Os líderes tocam o coração antes de pedir ajuda

Os líderes tocam o coração antes de pedir ajuda
Você não pode estimular as pessoas à ação a menos que primeiro as estimule com a emoção. O coração em primeiro lugar, depois e cabeça. Quanto mais fortes a relação e a ligação entre as pessoas, maior será a probabilidade de o subordinado querer ajudar o líder. Para isso você não precisa ter o carisma de Ronald Reagan (ex-presidente norte-americano, conhecido pela sua capacidade de cativar as pessoas). Mesmo num grupo você precisa se relacionar com cada pessoa individualmente. Há líderes competentes que diante de um pelotão, só vêem um pelotão. Mas os grandes líderes, diante de um pelotão, enxergam 44 pessoas distintas, cada qual com suas aspirações, cada qual querendo viver, cada qual querendo ser bom. É tarefa do líder estabelecer os primeiros contatos com as pessoas. Nunca deixe de cultivar relacionamentos com as pessoas antes de pedir que elas o sigam. As pessoas não se preocupam com o quanto você sabe até que saibam o quanto você se preocupa com elas. Para liderar a si mesmo use a cabeça; para liderar os outros, use o coração.