a primeira característica de um líder que Deus usa , é a santidade. Vimos que “Deus convoca seus filhos à santidade quando aconselha: “Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pe 1.16, Lv. 11.44 e 19.2). O padrão de santidade para o povo de Deus e para os seus líderes é a sua própria santidade e isso é o que leva as pessoas a descreverem um líder como “homem de Deus”.
Desta feita, abordaremos outra característica do líder usado por Deus. Muitos usam a expressão “cheio do Espírito” para designar uma pessoa barulhenta, todavia, barulho não é sinal de rio profundo, ao contrário, é próprio dos pequenos riachos.
Em Atos 6.3 encontramos o requisito para aqueles líderes que deveriam cuidar da distribuição diária (diaconia). A escolha recaiu naqueles homens de boa reputação e cheios do Espírito Santo.
Mas ser cheio do Espírito Santo não é algo que interessa somente aos líderes. Paulo escrevendo aos Efésios recomenda: E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito.
O meu amigo e irmão em Cristo, o teólogo e Pastor Elias Croce interpreta de forma prática e objetiva essa expressão “enchei-vos” e que no Grego “Plerusthe” significa “ide vos enchendo” dando idéia de progressividade nesse enchimento.
Faz o comentarista um paralelo entre o vinho e o Espírito Santo, realçando o benefício para quem se enche do Espírito Santos.
"Enchei-vos", (Ide vos enchendo)...
O Contraste entre o vinho e o Espírito:
a)O vinho degenera - a) o Espírito eleva;
b) O vinho conduz ao deboche - b) o Espírito enobrece;
c) O vinho nos torna bestiais c) o Espírito nos torna celestiais;
d)O vinho causa destruição d) o Espírito constrói.
O Espírito nos faz refletir a glória do Senhor como um espelho (2 Co 3.18). Esse enchimento deve ser contínuo e crescente.
Do Espírito: O Instrumento desse enchimento. O verdadeiro enchimento produz vida cristã triunfante. (Fruto do Espírito, Gal 5.).
Além dessa vida cristã abundante, frutífera e centrada na Graça de Deus, o líder cheio do espírito Santo apresenta três particularidades: Primeiro ele salta de uma vida de medo de falar a verdade e dele se apodera coragem e valentia, não para desafiar os outros, mas para falar intrepidamente como João Batista, como Pedro no Sermão de Pentecostes (Atos
Estevão foi um dos sete que convenceu a igreja de Jerusalém que ele estava cheio “cheio do Espírito”. É surpreendente a tremenda coragem com o qual expressou sua interpretação do Antigo Testamento com relação a Jesus como Messias, assinala o Ver.. Russel Shedd. Estevão sabia que poderia ser morto, como acabou acontecendo, porém, não se acovardou.
O espírito de medo e a liderança não combinam.
Em segundo lugar, o enchimento do espírito e encontrado no zelo e poder evangelístico que Filipe demonstrou em Samaria quando atraia multidões para a mensagem por ele proclamada e que apresentava a Jesus Cristo e muitas pessoas possessas eram libertas da possessão demoníaca e os demônios ao serem expulsos gritavam.
Pense em qualquer dos líderes que revolucionaram o mundo com a pregação do evangelho de Cristo com suas vidas piedosas e com a ação sobrenatural de Deus em todas as suas realizações e certamente concluirá que se tratavam de pessoas cheias do Espírito Santo.
Em terceiro lugar a plenitude do Espírito Santo significa que o líder não é alguém que age sozinho, mas que é assistido divinamente. Cristo disse que o Espírito Santo nos ajudaria e nos faria lembrar de todas as coisas. Todo verdadeiro líder na igreja de Cristo, é guiado pelo Espírito (Rm 8.14).
Que Deus ajude a cada um de nós a buscar essa plenitude do Espírito Santo para que através de uma vida exemplar e plena de virtudes, possa levar as pessoas a glorificarem o Pai por causa das boas obras que contemplam.
***Estudo baseado no livro: O líder que Deus Usa – Russel P. Shedd – Edições Vida Nova.
terça-feira, 13 de julho de 2010
PROCURA-SE UM CORAÇÃO EM CHAMAS
Wesley L. Duewel
Para o líder cristão, não existe nenhuma alternativa para o Espírito Santo. É necessário que o líder tenha um coração abrasado pelo amor a Deus e aos homens. Como afirmou Dr. George W. Peters: “Deus, a igreja e o mundo estão à procura de homens com corações em chamas – corações cheios do amor de Deus; cheios de compaixão pelos males, tanto da igreja quanto do mundo; cheios de paixão pela glória de Deus, o Evangelho de Jesus Cristo e a salvação dos perdidos”.
“A resposta de Deus”, acrescenta ele, “para um mundo cheio de indiferença, materialismo, frieza e escárnio são corações ardentes nos púlpitos, nos bancos das igrejas, nas escolas bíblicas e nos colégios e seminários cristãos.”
Se você é um líder cristão, e o seu coração não está ardendo em chamas, com toda certeza a maioria dos membros de sua igreja terá um coração morno, que pouco ou nenhum impacto tem sobre o mundo. As nossas comunidades não se impressionam muito com nossos programas e infindáveis atividades. Para ter impacto sobre a comunidade, precisa ter algo além de uma igreja ativista, preocupada em atender e ajudar os visitantes. Precisa ser uma igreja em chamas, liderada por homens que têm o ardor de Deus em seus corações.
Samuel Chadwick, o falecido presidente do Cliff College, da Inglaterra, era uma “sarça ardente”. A partir do momento em que ficou cheio do Espírito, “milagres da graça divina eram realizados através da influência de uma vida que passou a ser incendiada pelo fogo de Deus”. Francis W. Dixon conta como “o poder de sua pregação e a influência moral dos membros de sua igreja foram tão poderosos, que o próprio Chefe de Polícia reconheceu publicamente como a cidade inteira ficara livre de crimes pela influência de homens e mulheres que haviam sido incendiados pelo amor de Deus”.
Dizem que uma vez um colega pastor perguntou a John Wesley, mensageiro do coração ardente, o que devia fazer para aumentar sua igreja. Ele respondeu: “Se o pregador estiver em chamas, todo o mundo virá para vê-lo queimar”.
Um dos biógrafos de Wesley o descreveu como um homem “sempre ofegante, correndo sem parar atrás das almas perdidas”. No túmulo de Adam Clarke, um dos primeiros estudiosos metodistas e um discípulo de Wesley, estão inscritas estas palavras: “Vivendo para os outros, fui totalmente consumido”.
Há um século, T. DeWitt Talmage escrevia: “Hoje, acima de qualquer outra necessidade, nos falta o fogo – o fogo sagrado de Deus, queimando nos corações dos homens, estimulando suas mentes, impelindo suas emoções, emocionando suas línguas, brilhando em seus rostos, vibrando em seus atos, expandindo seu potencial intelectual e fundindo todo o seu conhecimento, lógica e retórica em uma grande corrente inflamada. Que esse batismo de fogo venha sobre nós a fim de que milhares entre nós, que até hoje não passaram de ministros fracos e convencionais, sem qualquer contribuição marcante e que seriam facilmente esquecidos da memória da humanidade, sejam transformados em poderosos instrumentos de Deus”. Essa descrição continua tão válida hoje quanto naquela época.
Alguns anos atrás, quando a Polônia vivia sob o regime comunista, um soldado polonês comentou com o Dr. Harold John Okenga: “Existe na Polônia uma corrida entre o comunismo e o cristianismo. Aquele que conseguir transformar sua mensagem em uma chama de fogo ganhará”.
Um cristianismo sem paixão não conseguirá apagar as chamas do inferno. Para combater o fogo de uma floresta é necessário iniciar um outro incêndio para ir ao seu encontro. Um líder apático nunca conseguirá inflamar os outros. E um líder jovem sem ardor, como poderá acender a chama no coração dos outros jovens? Enquanto não formos inflamados, não conseguiremos alcançar o coração das pessoas. O bispo Ralph Spaulding Cushman orava:
Inflama-nos, Senhor, sacode-nos, nós te suplicamos!
Enquanto o mundo perece, nós, indiferentes,
Seguimos o nosso caminho
Sem rumo, sem paixão, dia após dia
Inflama-nos, Senhor, sacode-nos, nós te suplicamos!
Não há uma necessidade maior que essa em nossas igrejas e escolas hoje. Não basta ter uma fé cristã e bíblica; temos de ser possuídos por Cristo, totalmente tomados por seu amor e sua graça, inteiramente inflamados por seu poder e glória. Cada pequenina parte do nosso ser, como diz certo hino do passado, precisa estar incandescente com o fogo divino. Não é suficiente ter a lenha, não é suficiente ter o altar, não basta ter o sacrifício – precisamos do fogo! Oh, fogo de Deus, desce novamente sobre nós! Faz-nos arder, Senhor, inflama-nos totalmente!
Se quisermos ser uma força irresistível para Deus, no lugar onde ele nos colocou, precisaremos do batismo de fogo do Espírito Santo. Se quisermos despertar nossas igrejas sonolentas, precisaremos que aquele fogo, que veio sobre cada um que esperava no cenáculo no dia de Pentecostes, desça agora sobre nós. Você precisa disso, e eu preciso disso.
Num comovente artigo, intitulado “Queima Incessantemente, Fogo de Deus”, T. A. Hegre escreveu: “É de fogo que precisamos, fogo para derreter nossas emoções geladas e passivas, fogo para nos impelir a fazer algo em favor daqueles que descem diariamente à sepultura sem Cristo. Incontáveis milhões estão morrendo sem que ninguém lhes tenha falado do Evangelho, porque nós cristãos estamos apagados. Precisamos de fogo, do fogo do Espírito!”
Não precisamos de fogo fanático ou humano, que não glorifica o nome santo do Senhor. Precisamos é do fogo sagrado, daquele fogo que o Espírito traz e que usa para nos batizar. Precisamos do fogo e do zelo da igreja primitiva, quando praticamente todos os cristãos estavam prontos, se necessário fosse, a se tornarem mártires por Cristo.
Num sermão contundente, John R. Rice censurou nossa falta de fogo. “Ouçam, não são os pecadores que são duros. O problema de dureza está no coração dos pregadores. Os professores das escolas bíblicas, os diáconos, os obreiros e os superintendentes é que são duros. É mais fácil salvar uma alma e converter um bêbado ou uma prostituta do que inflamar um pregador para ganhar almas.”
George Whitefield foi grandemente usado por Deus, junto com John Wesley, quando viraram a Inglaterra de ponta-cabeça e, pela graça de Deus, evitaram que as Ilhas Britânicas passassem por uma réplica da Revolução Francesa. Diziam a respeito de Whitefield: “Desde o tempo em que começou a pregar, ainda garoto, até à hora de sua morte, nunca deixou que sua paixão se abatesse. Até o final de sua notável carreira, sua alma foi como uma fornalha ardente de dedicação em favor da salvação dos homens”.
Sua alma como uma fornalha ardente! Ah, aqui está o segredo! O problema trágico é que estamos tentando conduzir o povo de Deus com corações que nunca foram inflamados ou que perderam o ardor. Elias orou até o fogo descer sobre o monte Carmelo. E, então, os apóstatas caíram de joelhos e clamaram: “O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” (1 Rs 18.39).
Pode o fogo da Shekiná, que fez chamejar a sarça no deserto, atear fogo em nossos corações, até que sejamos sarças ardentes por Deus? (Êx 3.1-3). O fogo da Shekiná no monte Sinai difundiu-se pelo corpo de Moisés até que sua face refletisse a glória de Deus (Êx 34.29,30). Podemos nós nos aproximarmos de Deus até que o fogo da Shekiná comece a transfigurar nossos vasos de barro e as pessoas possam ver o reflexo da glória de Deus sobre nós e em nós?
Pode o fogo da Shekiná, que Ezequiel viu afastar-se passo a passo de Israel, voltar para nós hoje? (Ezequiel, capítulos 10,11). Ele voltou sobre os 120 que se encontravam no mesmo lugar, no cenáculo (At 2.1-21). Se precisássemos passar dez dias para buscar a face de Deus, seríamos mais do que recompensados se no final fôssemos inflamados por ele.
Mas esse batismo não vem por meio de esforços, méritos ou simulações. Só Deus pode batizar com fogo. Só Deus pode enviar a Shekiná. Só Deus pode satisfazer suas necessidades e as minhas. Já labutamos muito tempo sem esse fogo. Temos ficado muito aquém da glória de Deus, por causa da falta dele. Temos deixado nossas igrejas praticamente impassíveis, inalteradas, por falta da chama.
Nós não podemos acender esse fogo. Não podemos criá-lo por nós mesmos. Mas podemos humilhar-nos diante de Deus, com toda a honestidade e lisura, e confessar nossas carências. Podemos buscar a face de Deus, até que sua poderosa lanterna alumie nossos corações e nossas vidas e mostre o que neles nos impede de sermos capacitados e cheios de sua vida.
O fogo santo de Deus desce somente sobre os corações preparados, obedientes e famintos. Talvez a necessidade que está por baixo de todas as necessidades é que não estamos suficientemente famintos ou sedentos, nem somos intensos em nosso desejo.
“Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem” (Lc 11.13).
Para o líder cristão, não existe nenhuma alternativa para o Espírito Santo. É necessário que o líder tenha um coração abrasado pelo amor a Deus e aos homens. Como afirmou Dr. George W. Peters: “Deus, a igreja e o mundo estão à procura de homens com corações em chamas – corações cheios do amor de Deus; cheios de compaixão pelos males, tanto da igreja quanto do mundo; cheios de paixão pela glória de Deus, o Evangelho de Jesus Cristo e a salvação dos perdidos”.
“A resposta de Deus”, acrescenta ele, “para um mundo cheio de indiferença, materialismo, frieza e escárnio são corações ardentes nos púlpitos, nos bancos das igrejas, nas escolas bíblicas e nos colégios e seminários cristãos.”
Se você é um líder cristão, e o seu coração não está ardendo em chamas, com toda certeza a maioria dos membros de sua igreja terá um coração morno, que pouco ou nenhum impacto tem sobre o mundo. As nossas comunidades não se impressionam muito com nossos programas e infindáveis atividades. Para ter impacto sobre a comunidade, precisa ter algo além de uma igreja ativista, preocupada em atender e ajudar os visitantes. Precisa ser uma igreja em chamas, liderada por homens que têm o ardor de Deus em seus corações.
Samuel Chadwick, o falecido presidente do Cliff College, da Inglaterra, era uma “sarça ardente”. A partir do momento em que ficou cheio do Espírito, “milagres da graça divina eram realizados através da influência de uma vida que passou a ser incendiada pelo fogo de Deus”. Francis W. Dixon conta como “o poder de sua pregação e a influência moral dos membros de sua igreja foram tão poderosos, que o próprio Chefe de Polícia reconheceu publicamente como a cidade inteira ficara livre de crimes pela influência de homens e mulheres que haviam sido incendiados pelo amor de Deus”.
Dizem que uma vez um colega pastor perguntou a John Wesley, mensageiro do coração ardente, o que devia fazer para aumentar sua igreja. Ele respondeu: “Se o pregador estiver em chamas, todo o mundo virá para vê-lo queimar”.
Um dos biógrafos de Wesley o descreveu como um homem “sempre ofegante, correndo sem parar atrás das almas perdidas”. No túmulo de Adam Clarke, um dos primeiros estudiosos metodistas e um discípulo de Wesley, estão inscritas estas palavras: “Vivendo para os outros, fui totalmente consumido”.
Há um século, T. DeWitt Talmage escrevia: “Hoje, acima de qualquer outra necessidade, nos falta o fogo – o fogo sagrado de Deus, queimando nos corações dos homens, estimulando suas mentes, impelindo suas emoções, emocionando suas línguas, brilhando em seus rostos, vibrando em seus atos, expandindo seu potencial intelectual e fundindo todo o seu conhecimento, lógica e retórica em uma grande corrente inflamada. Que esse batismo de fogo venha sobre nós a fim de que milhares entre nós, que até hoje não passaram de ministros fracos e convencionais, sem qualquer contribuição marcante e que seriam facilmente esquecidos da memória da humanidade, sejam transformados em poderosos instrumentos de Deus”. Essa descrição continua tão válida hoje quanto naquela época.
Alguns anos atrás, quando a Polônia vivia sob o regime comunista, um soldado polonês comentou com o Dr. Harold John Okenga: “Existe na Polônia uma corrida entre o comunismo e o cristianismo. Aquele que conseguir transformar sua mensagem em uma chama de fogo ganhará”.
Um cristianismo sem paixão não conseguirá apagar as chamas do inferno. Para combater o fogo de uma floresta é necessário iniciar um outro incêndio para ir ao seu encontro. Um líder apático nunca conseguirá inflamar os outros. E um líder jovem sem ardor, como poderá acender a chama no coração dos outros jovens? Enquanto não formos inflamados, não conseguiremos alcançar o coração das pessoas. O bispo Ralph Spaulding Cushman orava:
Inflama-nos, Senhor, sacode-nos, nós te suplicamos!
Enquanto o mundo perece, nós, indiferentes,
Seguimos o nosso caminho
Sem rumo, sem paixão, dia após dia
Inflama-nos, Senhor, sacode-nos, nós te suplicamos!
Não há uma necessidade maior que essa em nossas igrejas e escolas hoje. Não basta ter uma fé cristã e bíblica; temos de ser possuídos por Cristo, totalmente tomados por seu amor e sua graça, inteiramente inflamados por seu poder e glória. Cada pequenina parte do nosso ser, como diz certo hino do passado, precisa estar incandescente com o fogo divino. Não é suficiente ter a lenha, não é suficiente ter o altar, não basta ter o sacrifício – precisamos do fogo! Oh, fogo de Deus, desce novamente sobre nós! Faz-nos arder, Senhor, inflama-nos totalmente!
Se quisermos ser uma força irresistível para Deus, no lugar onde ele nos colocou, precisaremos do batismo de fogo do Espírito Santo. Se quisermos despertar nossas igrejas sonolentas, precisaremos que aquele fogo, que veio sobre cada um que esperava no cenáculo no dia de Pentecostes, desça agora sobre nós. Você precisa disso, e eu preciso disso.
Num comovente artigo, intitulado “Queima Incessantemente, Fogo de Deus”, T. A. Hegre escreveu: “É de fogo que precisamos, fogo para derreter nossas emoções geladas e passivas, fogo para nos impelir a fazer algo em favor daqueles que descem diariamente à sepultura sem Cristo. Incontáveis milhões estão morrendo sem que ninguém lhes tenha falado do Evangelho, porque nós cristãos estamos apagados. Precisamos de fogo, do fogo do Espírito!”
Não precisamos de fogo fanático ou humano, que não glorifica o nome santo do Senhor. Precisamos é do fogo sagrado, daquele fogo que o Espírito traz e que usa para nos batizar. Precisamos do fogo e do zelo da igreja primitiva, quando praticamente todos os cristãos estavam prontos, se necessário fosse, a se tornarem mártires por Cristo.
Num sermão contundente, John R. Rice censurou nossa falta de fogo. “Ouçam, não são os pecadores que são duros. O problema de dureza está no coração dos pregadores. Os professores das escolas bíblicas, os diáconos, os obreiros e os superintendentes é que são duros. É mais fácil salvar uma alma e converter um bêbado ou uma prostituta do que inflamar um pregador para ganhar almas.”
George Whitefield foi grandemente usado por Deus, junto com John Wesley, quando viraram a Inglaterra de ponta-cabeça e, pela graça de Deus, evitaram que as Ilhas Britânicas passassem por uma réplica da Revolução Francesa. Diziam a respeito de Whitefield: “Desde o tempo em que começou a pregar, ainda garoto, até à hora de sua morte, nunca deixou que sua paixão se abatesse. Até o final de sua notável carreira, sua alma foi como uma fornalha ardente de dedicação em favor da salvação dos homens”.
Sua alma como uma fornalha ardente! Ah, aqui está o segredo! O problema trágico é que estamos tentando conduzir o povo de Deus com corações que nunca foram inflamados ou que perderam o ardor. Elias orou até o fogo descer sobre o monte Carmelo. E, então, os apóstatas caíram de joelhos e clamaram: “O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” (1 Rs 18.39).
Pode o fogo da Shekiná, que fez chamejar a sarça no deserto, atear fogo em nossos corações, até que sejamos sarças ardentes por Deus? (Êx 3.1-3). O fogo da Shekiná no monte Sinai difundiu-se pelo corpo de Moisés até que sua face refletisse a glória de Deus (Êx 34.29,30). Podemos nós nos aproximarmos de Deus até que o fogo da Shekiná comece a transfigurar nossos vasos de barro e as pessoas possam ver o reflexo da glória de Deus sobre nós e em nós?
Pode o fogo da Shekiná, que Ezequiel viu afastar-se passo a passo de Israel, voltar para nós hoje? (Ezequiel, capítulos 10,11). Ele voltou sobre os 120 que se encontravam no mesmo lugar, no cenáculo (At 2.1-21). Se precisássemos passar dez dias para buscar a face de Deus, seríamos mais do que recompensados se no final fôssemos inflamados por ele.
Mas esse batismo não vem por meio de esforços, méritos ou simulações. Só Deus pode batizar com fogo. Só Deus pode enviar a Shekiná. Só Deus pode satisfazer suas necessidades e as minhas. Já labutamos muito tempo sem esse fogo. Temos ficado muito aquém da glória de Deus, por causa da falta dele. Temos deixado nossas igrejas praticamente impassíveis, inalteradas, por falta da chama.
Nós não podemos acender esse fogo. Não podemos criá-lo por nós mesmos. Mas podemos humilhar-nos diante de Deus, com toda a honestidade e lisura, e confessar nossas carências. Podemos buscar a face de Deus, até que sua poderosa lanterna alumie nossos corações e nossas vidas e mostre o que neles nos impede de sermos capacitados e cheios de sua vida.
O fogo santo de Deus desce somente sobre os corações preparados, obedientes e famintos. Talvez a necessidade que está por baixo de todas as necessidades é que não estamos suficientemente famintos ou sedentos, nem somos intensos em nosso desejo.
“Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem” (Lc 11.13).
liderança nos dias de hoje
A liderança praticada no passado, com autoritarismo e controle sobre os funcionários, não funciona mais nos dias de hoje, segundo Marco Túlio Zanini, professor de estratégia de pessoas da Fundação Dom Cabral. Nos dias atuais, a liderança deve estar baseada numa relação de confiança recíproca para que a empresa aumente seus ganhos e produtividade. Mas isso não é fácil de alcançar. No Brasil, existe uma cultura de baixa confiança e isso faz com que muito empresários e executivos pratiquem a anti-liderança. Gestores com as características abaixo praticam a anti-liderança:
- preocupa-se apenas consigo mesmo, com o seu futuro, seu resultado, sua imagem
- demite pessoas como estratégia de corte de custos
- usa a ambiguidade a seu favor
- não consegue criar uma visão de futuro
- cria medo, conflito e desesperança na equipe
O resultado desse tipo de atitude é uma corrosão da confiança. Para conseguir uma cultura de confiança na empresa, os líderes precisam dar autonomia para toda a equipe – do chão de fábrica aos diretores, todos precisam ter liberdade para opinar e agir. Com isso, gera-se confiança. O líder que age baseado em valores e segue as características abaixo ajuda a construir esse ambiente.
- gera comunicação eficaz
- age com transparência e integridade
- confere autonomia
- consegue aumentar a moral da equipe
- cria visão de futuro compartilhada
- desperta a virtude pessoal, o melhor das pessoas
- busca reduzir a ambiguidade
- em meio a incertezas, age com base em princípios norteadores
- tem consciência de seus reais limites
- forma sucessores de maneira espontânea
E você? Pratica uma liderança baseada em valores?
- preocupa-se apenas consigo mesmo, com o seu futuro, seu resultado, sua imagem
- demite pessoas como estratégia de corte de custos
- usa a ambiguidade a seu favor
- não consegue criar uma visão de futuro
- cria medo, conflito e desesperança na equipe
O resultado desse tipo de atitude é uma corrosão da confiança. Para conseguir uma cultura de confiança na empresa, os líderes precisam dar autonomia para toda a equipe – do chão de fábrica aos diretores, todos precisam ter liberdade para opinar e agir. Com isso, gera-se confiança. O líder que age baseado em valores e segue as características abaixo ajuda a construir esse ambiente.
- gera comunicação eficaz
- age com transparência e integridade
- confere autonomia
- consegue aumentar a moral da equipe
- cria visão de futuro compartilhada
- desperta a virtude pessoal, o melhor das pessoas
- busca reduzir a ambiguidade
- em meio a incertezas, age com base em princípios norteadores
- tem consciência de seus reais limites
- forma sucessores de maneira espontânea
E você? Pratica uma liderança baseada em valores?
liderança crista algumas qualidades que devem existir
Em dias em que se formam pastores desenfreadamente através de vários cursos teológicos no mínimo duvidosos, nem todos é claro, é bom observar algumas orientações que a Palavra de Deus nos traz para aqueles que desejam ocupar tão nobre função da casa de Deus, lembrando que pastorear não é ingressar em uma agência de pregadores, ganhar alguns cartões de visita, um assessor para negociar o cachê e gravar e vender milhares de DVDs.
Jesus, o grande e supremo Pastor (I Pe 5.1), deixou-nos o exemplo de como deve se portar aqueles que desejam ter um ministério bem sucedido como o Seu:
"Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos." (Mateus 20 : 28)
Pastores são constituídos sobre o rebanho para servi-lo: guiando-o, alimentando-o bem, intercedendo por ele, curando as feridas, chorando e gemendo com as ovelhas. Jesus deixou-nos o exemplo, o bom pastor deve dar a vida pelas ovelhas por amor a Cristo, Ele nos ensina assim ( Jo 10.11).
Veja alguns conselhos bíblicos acerca da nobre função que exige compromisso daqueles que a desejam:
“Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo.” (Tiago 3.1)
"Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja." (I Timóteo 3 : 1)
Quando Paulo deu orientações a Tito para que constituísse bispos sobre a igreja em Creta as suas palavras foram as seguintes:
“Paulo, servo de Deus e apóstolo de Jesus Cristo, para promover a fé que é dos eleitos de Deus e o pleno conhecimento da verdade segundo a piedade” (Tt 1.1)
“Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te mandei:
Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes.
Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância;
Mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante;
Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.” vv 5-9
“OS presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar:
Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;
Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.
E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória” (II Pe 4.1-4)
Por qual motivo deve-se eleger homens com tais valores sobre a igreja do Senhor?
A Palavra de Deus nos responde:
“Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão,
Aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância.
Um deles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos.
Este testemunho é verdadeiro. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé.
Não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade. (Tt 1.10-14)
“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.
E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” (II Pe 2.1-3)
Infelizmente nos dias atuais não é difícil encontrar homens, que se dizem de Deus, carentes das qualidades requeridas pelo Senhor.
Aqueles que desejam pastorear o rebanho do Senhor busquem seguir os preceitos bíblicos, a Palavra do Senhor está cheia de orientações para que o cristão seja irrepreensível em sua conduta.
Os que pensam não haver tais qualidades em seus líderes orem para que sejam aperfeiçoados e, onde há “lobos”, para que sejam lançados fora do meio do rebanho de Deus.
Jesus, o grande e supremo Pastor (I Pe 5.1), deixou-nos o exemplo de como deve se portar aqueles que desejam ter um ministério bem sucedido como o Seu:
"Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos." (Mateus 20 : 28)
Pastores são constituídos sobre o rebanho para servi-lo: guiando-o, alimentando-o bem, intercedendo por ele, curando as feridas, chorando e gemendo com as ovelhas. Jesus deixou-nos o exemplo, o bom pastor deve dar a vida pelas ovelhas por amor a Cristo, Ele nos ensina assim ( Jo 10.11).
Veja alguns conselhos bíblicos acerca da nobre função que exige compromisso daqueles que a desejam:
“Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo.” (Tiago 3.1)
"Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja." (I Timóteo 3 : 1)
Quando Paulo deu orientações a Tito para que constituísse bispos sobre a igreja em Creta as suas palavras foram as seguintes:
“Paulo, servo de Deus e apóstolo de Jesus Cristo, para promover a fé que é dos eleitos de Deus e o pleno conhecimento da verdade segundo a piedade” (Tt 1.1)
“Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te mandei:
Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes.
Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância;
Mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante;
Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.” vv 5-9
“OS presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar:
Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;
Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.
E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória” (II Pe 4.1-4)
Por qual motivo deve-se eleger homens com tais valores sobre a igreja do Senhor?
A Palavra de Deus nos responde:
“Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão,
Aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância.
Um deles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos.
Este testemunho é verdadeiro. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé.
Não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade. (Tt 1.10-14)
“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.
E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” (II Pe 2.1-3)
Infelizmente nos dias atuais não é difícil encontrar homens, que se dizem de Deus, carentes das qualidades requeridas pelo Senhor.
Aqueles que desejam pastorear o rebanho do Senhor busquem seguir os preceitos bíblicos, a Palavra do Senhor está cheia de orientações para que o cristão seja irrepreensível em sua conduta.
Os que pensam não haver tais qualidades em seus líderes orem para que sejam aperfeiçoados e, onde há “lobos”, para que sejam lançados fora do meio do rebanho de Deus.
OS 12 MAIORES ATRIBUTOS DA LIDERANÇA
"Liderança" é um tema que vem sendo discutido desde os mais remotos tempos pelo homem. Ser líder, formar líderes, parece ser um desafio constante do homem e das organizações. Aqui vão alguns resultados de pesquisa feitas na Europa com mais de 500 executivos de todos os tipos de industria. Essa pesquisa é muito interessante. Ela mostra coisas simples, objetivas e fornece conselhos úteis para todos nós que desejamos vencer, alcançar o sucesso pessoal e profissional.
Espero que a leitura atenta destas descobertas e seus comentários possam trazer benefícios reais aos leitores.
DISPOSIÇÃO PARA TENTAR O QUE NÃO FOI TENTADO ANTES
Nenhum empregado deseja ser guiado por um administrador a
quem falte coragem e autoconfiança. É o estilo de liderança positiva aquele eu ousa nas tarefas e se vale de oportunidade não tentadas anteriormente.
Um Gerente de Vendas bem sucedido irá às ruas e venderá junto com seus vendedores quando o mercado está difícil ou quando o pessoal de vendas encontrar-se sob extrema pressão. Tal gerente sabe que se arrisca a tornar-se impopular. Contudo, ao liderar pelo exemplo, manterá a motivação da equipe.
AUTO MOTIVAÇÃO
O Gerente que não consegue se auto-motivar não tem a menor chance de ser capaz de motivar os outros.
UMA PERCEPÇÃO AGUDA DO QUE É JUSTO
Esta é uma grande qualidade de um líder eficaz e a fim de ter o respeito da equipe, o gerente deve ser sensível ao que é direito e justo. O estilo de liderança segundo o qual todos são tratados de forma justa e igual sempre cria uma sensação de segurança. Isso é extremamente construtivo e um grande fator de nivelamento.
PLANOS DEFINIDOS
O líder motivado sempre tem objetivos claros e definidos e planejou a realização de seus objetivos. Ele planeja o trabalho e depois trabalha o seu plano coma participação de seus subordinados.
PERSEVERANÇA NAS DECISÕES
O gerente que vacila no processo decisório mostra que não está certo de si mesmo, ao passo que um líder eficaz decide depois de ter feito suficientes considerações preliminares sobre o problema. Ele considera mesmo a possibilidade de a decisão que está sendo tomada vir a se revelar errada.
Muitas pessoas que tomam decisões erram algumas vezes. Entretanto, isto não diminui o respeito que os seguidores têm por elas. Sejamos realistas: um gerente pode tomar decisões certas, mas um líder eficaz decide e mostra sua convicção e crença na decisão ao manter-se fiel a ela, sabendo, no entanto, reconhecer quando erra. Assim, seu pessoal tem força para sustentar aquela decisão junto com o gerente.
O HÁBITO DE FAZER MAIS DO QUE AQUILO PELO QUAL SE É PAGO
Um dos ônus da liderança é a disposição para fazer mais do que é exigido do pessoal. O gerente que chega antes dos empregados e que deixa o serviço depois deles é um exemplo deste atributo de liderança.
UMA PERSONALIDADE POSITIVA
As pessoas respeitam tal qualidade. Ela inspira confiança e também constrói e mantém uma equipe com entusiasmo.
EMPATIA
O líder de sucesso deve possuir a capacidade de colocar-se no lugar de seu pessoal, de ser capaz de ver o mundo pelo lado das outras pessoas. Ele não precisa concordar com essa visão, mas deve ser capaz de entender como as pessoas se sentem e compreender seus pontos de vista.
DOMÍNIO DOS DETALHES
O líder bem sucedido entende e executa cada detalhe do seu trabalho e, é evidente, dispõe de conhecimento e habilidade para dominar as responsabilidades inerentes à sua posição.
DISPOSIÇÃO PARA ASSUMIR PLENA RESPONSABILIDADE
Outros ônus da liderança é assumir responsabilidade pelos erros de seus seguidores. Caso um subalterno cometa um erro, talvez por incompetência, o líder deve considerar que foi ele quem falhou. Se o líder tentar mudar a direção dessa responsabilidade, não continuará liderando e dará insegurança a seus seguidores. O clichê do líder é: "A
responsabilidade é minha".
DUPLICAÇÃO
O líder de sucesso está sempre procurando maneiras de espelhar suas habilidades em outras pessoas. Dessa forma ele faz os outros evoluírem e é capaz de "estar em muitos lugares diferentes ao mesmo tempo".
Talvez este seja um dos maiores atributos de um líder: ser capaz de desenvolver outros lideres. Pode-se julgar um líder pelo número de pessoas em que ele refletiu os seus talentos e fez evoluir.
UMA PROFUNDA CRENÇA EM SEUS PRINCÍPIOS
A expressão "A menos que batalhemos por alguma causa, nos deixaremos levar por qualquer causa" resume bem a importância de ter-se uma causa pela qual valha a pena viver e trabalhar. Nada cuja aquisição tenha valor é muito fácil. O líder de sucesso tem a determinação de atingir objetivos não importando os obstáculos que surjam pelo caminho. Ele acredita no que está fazendo com a determinação de batalhar por sua realização.
Minha sugestão é a de que você leia uma, duas ou três vezes cada um desses atributos e medite cada um deles à luz de sua própria realidade como um profissional que tem a função de gerenciar, comandar, liderar pessoas. Detenha-se sobre cada um dos atributos e dê a você mesmo uma nota de zero a 10 em cada um deles, fazendo um propósito de auto–aperfeiçoamento. Repita essa auto-avaliação semanalmente.
Espero que a leitura atenta destas descobertas e seus comentários possam trazer benefícios reais aos leitores.
DISPOSIÇÃO PARA TENTAR O QUE NÃO FOI TENTADO ANTES
Nenhum empregado deseja ser guiado por um administrador a
quem falte coragem e autoconfiança. É o estilo de liderança positiva aquele eu ousa nas tarefas e se vale de oportunidade não tentadas anteriormente.
Um Gerente de Vendas bem sucedido irá às ruas e venderá junto com seus vendedores quando o mercado está difícil ou quando o pessoal de vendas encontrar-se sob extrema pressão. Tal gerente sabe que se arrisca a tornar-se impopular. Contudo, ao liderar pelo exemplo, manterá a motivação da equipe.
AUTO MOTIVAÇÃO
O Gerente que não consegue se auto-motivar não tem a menor chance de ser capaz de motivar os outros.
UMA PERCEPÇÃO AGUDA DO QUE É JUSTO
Esta é uma grande qualidade de um líder eficaz e a fim de ter o respeito da equipe, o gerente deve ser sensível ao que é direito e justo. O estilo de liderança segundo o qual todos são tratados de forma justa e igual sempre cria uma sensação de segurança. Isso é extremamente construtivo e um grande fator de nivelamento.
PLANOS DEFINIDOS
O líder motivado sempre tem objetivos claros e definidos e planejou a realização de seus objetivos. Ele planeja o trabalho e depois trabalha o seu plano coma participação de seus subordinados.
PERSEVERANÇA NAS DECISÕES
O gerente que vacila no processo decisório mostra que não está certo de si mesmo, ao passo que um líder eficaz decide depois de ter feito suficientes considerações preliminares sobre o problema. Ele considera mesmo a possibilidade de a decisão que está sendo tomada vir a se revelar errada.
Muitas pessoas que tomam decisões erram algumas vezes. Entretanto, isto não diminui o respeito que os seguidores têm por elas. Sejamos realistas: um gerente pode tomar decisões certas, mas um líder eficaz decide e mostra sua convicção e crença na decisão ao manter-se fiel a ela, sabendo, no entanto, reconhecer quando erra. Assim, seu pessoal tem força para sustentar aquela decisão junto com o gerente.
O HÁBITO DE FAZER MAIS DO QUE AQUILO PELO QUAL SE É PAGO
Um dos ônus da liderança é a disposição para fazer mais do que é exigido do pessoal. O gerente que chega antes dos empregados e que deixa o serviço depois deles é um exemplo deste atributo de liderança.
UMA PERSONALIDADE POSITIVA
As pessoas respeitam tal qualidade. Ela inspira confiança e também constrói e mantém uma equipe com entusiasmo.
EMPATIA
O líder de sucesso deve possuir a capacidade de colocar-se no lugar de seu pessoal, de ser capaz de ver o mundo pelo lado das outras pessoas. Ele não precisa concordar com essa visão, mas deve ser capaz de entender como as pessoas se sentem e compreender seus pontos de vista.
DOMÍNIO DOS DETALHES
O líder bem sucedido entende e executa cada detalhe do seu trabalho e, é evidente, dispõe de conhecimento e habilidade para dominar as responsabilidades inerentes à sua posição.
DISPOSIÇÃO PARA ASSUMIR PLENA RESPONSABILIDADE
Outros ônus da liderança é assumir responsabilidade pelos erros de seus seguidores. Caso um subalterno cometa um erro, talvez por incompetência, o líder deve considerar que foi ele quem falhou. Se o líder tentar mudar a direção dessa responsabilidade, não continuará liderando e dará insegurança a seus seguidores. O clichê do líder é: "A
responsabilidade é minha".
DUPLICAÇÃO
O líder de sucesso está sempre procurando maneiras de espelhar suas habilidades em outras pessoas. Dessa forma ele faz os outros evoluírem e é capaz de "estar em muitos lugares diferentes ao mesmo tempo".
Talvez este seja um dos maiores atributos de um líder: ser capaz de desenvolver outros lideres. Pode-se julgar um líder pelo número de pessoas em que ele refletiu os seus talentos e fez evoluir.
UMA PROFUNDA CRENÇA EM SEUS PRINCÍPIOS
A expressão "A menos que batalhemos por alguma causa, nos deixaremos levar por qualquer causa" resume bem a importância de ter-se uma causa pela qual valha a pena viver e trabalhar. Nada cuja aquisição tenha valor é muito fácil. O líder de sucesso tem a determinação de atingir objetivos não importando os obstáculos que surjam pelo caminho. Ele acredita no que está fazendo com a determinação de batalhar por sua realização.
Minha sugestão é a de que você leia uma, duas ou três vezes cada um desses atributos e medite cada um deles à luz de sua própria realidade como um profissional que tem a função de gerenciar, comandar, liderar pessoas. Detenha-se sobre cada um dos atributos e dê a você mesmo uma nota de zero a 10 em cada um deles, fazendo um propósito de auto–aperfeiçoamento. Repita essa auto-avaliação semanalmente.
A Principal Característica De Um Líder.
A confiança é a principal característica que dá suporte à liderança. Alguns denominam esta característica principal de credibilidade. Não muda muito, só o nome.
A confiança representa uma condição, sem a qual, não floresce a liderança. Ou seja, só é líder quem inspira confiança. Esta condição não garante a assunção da liderança, mas garante a base onde ela pode ser construída.
Portanto, qualquer que seja a posição de um líder, em qualquer empresa ou situação, a principal característica desse líder - e de quaisquer outros líderes - é a confiança. Para haver um líder, esse líder tem que inspirar confiança em quem o segue.
A confiança, então tão buscada e desejada, apresenta algumas peculiaridades interessantes, que ajudam na sua formação, apresentadas abaixo:
1. A confiança requer tempo para ser construída.
Não há confiança à primeira vista, o tempo é o adubo que permite crescer a relação de confiança.
2. A confiança é construída um a um.
A confiança se constrói em relações entre duas pessoas. Faça visitas garantindo isonomia de tratamento e construa a confiança.
3. A confiança é uma avenida de duas mãos.
A confiança precisa de duas pessoas e, necessariamente, ser recíproca. Se não há reciprocidade, há problemas de balanceamento no relacionamento.
4. A confiança implica em apreender e aprender com o outro.
Neste mundo de rápidas mudanças as pessoas estão aprendendo, mais e mais rápido, e a relação de confiança necessita constante troca de informações, tanto para equiparar os dois lados da relação de confiança, como para apreender as mudanças que ocorrem com cada um dos lados dessa relação.
5. A confiança tem limites.
A confiança é conquistada etapa a etapa. A cada etapa há o controle para verificar se a confiança depositada teve a realização comprometida do outro lado. Umas regras ótimas são:
Confie em Deus, e feche aporta com cadeado.
Tenha sempre confiança, mas faça contratos por escrito.
6. A confiança exige firmeza.
Tornar claro e checar o entendimento do que se espera é básico. Uma vez depositada a confiança, ela tem que ser correspondida. Confiança não correspondida significa abandono da relação. Porto final.
7. A confiança requer líderes.
Para se adquirir confiança é necessário que a outra parte diga algo como:
- Deixa comigo!
Isto, acima de tudo, quer dizer que a pessoa informa que tem condições de levar a bom termo a situação. No mínimo, esta pessoa lidera a si própria, ela se compromete com resultados.
8. Confiança significa lisura de procedimentos.
O melhor truque para ser um líder é não utilizar truque nenhum.
9. A confiança requer caráter e persistência.
A relação de confiança requer que cada lado só prometa aquilo que pode cumprir, portanto, se você prometeu, vá até as últimas conseqüências para garantir o prometido.
Ou de outra forma: só prometa aquilo que você pode cumprir, com folga.
Ou ainda mais: mesmo que o outro lado insista, jamais seja desonesto.
Você leva muito tempo para ganhar confiança e somente um segundo para perdê-la.
10. A confiança e o ser humano.
O ser humano é interessante: julga os outros pelos seus comportamentos, mas, a si próprio, pelas suas atitudes.
Aos próprios olhos nunca ninguém falha, há sempre uma explicação plausível, mas as razões pelas quais você deixou alguém a ver navios, são exclusivamente suas. Não importa se você é incompetente, se você tem falta de sorte, ou mesmo se você é mentiroso.
Assuma o erro, peça desculpas e, se aceita a desculpa, comece de novo a construir a confiança. Em casa, com a família, ou no trabalho.
A confiança representa uma condição, sem a qual, não floresce a liderança. Ou seja, só é líder quem inspira confiança. Esta condição não garante a assunção da liderança, mas garante a base onde ela pode ser construída.
Portanto, qualquer que seja a posição de um líder, em qualquer empresa ou situação, a principal característica desse líder - e de quaisquer outros líderes - é a confiança. Para haver um líder, esse líder tem que inspirar confiança em quem o segue.
A confiança, então tão buscada e desejada, apresenta algumas peculiaridades interessantes, que ajudam na sua formação, apresentadas abaixo:
1. A confiança requer tempo para ser construída.
Não há confiança à primeira vista, o tempo é o adubo que permite crescer a relação de confiança.
2. A confiança é construída um a um.
A confiança se constrói em relações entre duas pessoas. Faça visitas garantindo isonomia de tratamento e construa a confiança.
3. A confiança é uma avenida de duas mãos.
A confiança precisa de duas pessoas e, necessariamente, ser recíproca. Se não há reciprocidade, há problemas de balanceamento no relacionamento.
4. A confiança implica em apreender e aprender com o outro.
Neste mundo de rápidas mudanças as pessoas estão aprendendo, mais e mais rápido, e a relação de confiança necessita constante troca de informações, tanto para equiparar os dois lados da relação de confiança, como para apreender as mudanças que ocorrem com cada um dos lados dessa relação.
5. A confiança tem limites.
A confiança é conquistada etapa a etapa. A cada etapa há o controle para verificar se a confiança depositada teve a realização comprometida do outro lado. Umas regras ótimas são:
Confie em Deus, e feche aporta com cadeado.
Tenha sempre confiança, mas faça contratos por escrito.
6. A confiança exige firmeza.
Tornar claro e checar o entendimento do que se espera é básico. Uma vez depositada a confiança, ela tem que ser correspondida. Confiança não correspondida significa abandono da relação. Porto final.
7. A confiança requer líderes.
Para se adquirir confiança é necessário que a outra parte diga algo como:
- Deixa comigo!
Isto, acima de tudo, quer dizer que a pessoa informa que tem condições de levar a bom termo a situação. No mínimo, esta pessoa lidera a si própria, ela se compromete com resultados.
8. Confiança significa lisura de procedimentos.
O melhor truque para ser um líder é não utilizar truque nenhum.
9. A confiança requer caráter e persistência.
A relação de confiança requer que cada lado só prometa aquilo que pode cumprir, portanto, se você prometeu, vá até as últimas conseqüências para garantir o prometido.
Ou de outra forma: só prometa aquilo que você pode cumprir, com folga.
Ou ainda mais: mesmo que o outro lado insista, jamais seja desonesto.
Você leva muito tempo para ganhar confiança e somente um segundo para perdê-la.
10. A confiança e o ser humano.
O ser humano é interessante: julga os outros pelos seus comportamentos, mas, a si próprio, pelas suas atitudes.
Aos próprios olhos nunca ninguém falha, há sempre uma explicação plausível, mas as razões pelas quais você deixou alguém a ver navios, são exclusivamente suas. Não importa se você é incompetente, se você tem falta de sorte, ou mesmo se você é mentiroso.
Assuma o erro, peça desculpas e, se aceita a desculpa, comece de novo a construir a confiança. Em casa, com a família, ou no trabalho.
o lider que Deus usa
"Quando pensamos em um líder, nosso foco recai sobre alguém que convence seguidores de que pode resolver seus problemas de uma forma melhor e mais eficaz do que qualquer outra pessoa".
Veja algumas características de um líder e de uma verdadeira liderança:
- Reconhece os problemas, as dificuldades e as necessidades de um grupo.
- Tem capacidade e potencial indiscutíveis(inteligência, atenção, facilidade de se comunicar, originalidade, julgamento, responsabilidade irrefutável, confiança, iniciativa, persistência, auto-confiança, desejo de vencer).
- A paciência, a preocupação pela glória de Deus e a perseverança são as qualidades que especialmente se sobressaem. Quase que com a mesma importância estão sua coragem perante o perigo, a sua criatividade perante a rebeldia e a sua mansidão diante de tribulações.
- É um homem de oração.
- É flexível (adapta-se a mudanças e ajusta-se ao inesperado)
- Sua humildade ímpar o faz verdadeiramente maleável nas curvas e travessas do caminho que Deus coloca perante ele.
- É objetivo: tem habilidade para controlar sentimentos pessoais.
- Um ministro de Cristo deve ter sua língua, seu coração e suas mãos em concordância.
- Um líder eficiente mantém uma postura de aluno durante a vida inteira. Nunca param de estudar; Lêem livros que aumentam seu conhecimento e ampliam seus horizontes. Assistem cursos para crescer e melhorar suas aptidões ministeriais.... Enfim, não é arrogante.
- Os líderes que apresentam os mais nobres traços de caráter não precisam se manter no poder por força bruta ou engano.
- Trata as pessoas de igual para igual, pois ser um líder não faz de alguém melhor do que outros, nem mais valioso aos olhos de Deus.
- É generoso com elogios legítimos e encorajamento. Sempre enfatiza as qualidades e virtudes dos outros. Não dá a impressão de que é perfeito, sem pecados.
- A liderança que exclui o fraco, o doente e os membros esquecidos da sociedade, não reflete o ensino de Jesus
- Para ser um motivador, o líder deve ter a habilidade de despertar e mover as pessoas à ação e à realização, ao mesmo tempo que, satisfaz às suas necessidades. Isso inclui a mobilização e o agrupamento de homens e de mulheres para aceitar a visão e o trabalho para o cumprimento da obra.
- O líder precisa de novas idéias, e da sabedoria de Salomão, para avaliar as forças sufocantes reacionárias e destingi-las dos ventos devastadores da mudança que promete melhoramente e eficiência (cf Ef. 4.14)
- Um líder planeja cuidadosamente como superar a resistência e tornar a oposição em algo vantajoso para ele.
- Um líder precisa manter renovado o seu vigor nas Escrituras, no seu caminhar com o Senhor e na sua área de perícia. Do contrário, ele perderá a credibilidade com os seguidores que também tenham acesso à fontes boas de informação.
- Um líder soberbo raramente ouve a voz do grupo que lidera, pois é auto confiante. ele pensa que sabe, acima de todos, como dirigir o grupo. A soberba faz com que seja impossível viver a verdadeira dependência de Deus e ouvir sua voz. Sem a direção divina, um líder soberbo será impetuoso e tomará decisões sem a reflexão necessária ou a troca de idéias.
- O líder que mente, que exagera ou que esconde a verdade não tem direito algum de controlar a vida de outros.
- O verdadeiro líder espera coisas grandes de Deus e aspira fazer coisas grandes para Deus.
- Um líder sábio anda na linha que separa a determinação da teimosia.
- A adaptabilidade a face de mudanças rápidas é a marca niveladora da liderança de qualidade.
- Alguns líderes podem facilmente cair na armadilha de acreditar que um seguidor que fala a verdade é desleal.
- As decisões sem ouvir as opiniões contrárias podem afundar todo o propósito de existência de um grupo.
- O equilíbrio entre a visão e a praticabilidade não deve ser perdida. Um líder que tem grandes sonhos, mas não tem seus pés no chão, tem pouco valor para a Igreja hoje.
- Nunca diga "Eu aprendi", mas "Eu estou aprendendo"; pois qualquer que seja o fato que o líder tenha aprendido no passado, ele precisa ser melhorado e aperfeiçoado.
- Um líder que negligencia a oração provavelmente fracassará, enquanto aquele que faz da oração a sua atividade fundamental tem uma boa chance de alcançar o sucesso.
Veja algumas características de um líder e de uma verdadeira liderança:
- Reconhece os problemas, as dificuldades e as necessidades de um grupo.
- Tem capacidade e potencial indiscutíveis(inteligência, atenção, facilidade de se comunicar, originalidade, julgamento, responsabilidade irrefutável, confiança, iniciativa, persistência, auto-confiança, desejo de vencer).
- A paciência, a preocupação pela glória de Deus e a perseverança são as qualidades que especialmente se sobressaem. Quase que com a mesma importância estão sua coragem perante o perigo, a sua criatividade perante a rebeldia e a sua mansidão diante de tribulações.
- É um homem de oração.
- É flexível (adapta-se a mudanças e ajusta-se ao inesperado)
- Sua humildade ímpar o faz verdadeiramente maleável nas curvas e travessas do caminho que Deus coloca perante ele.
- É objetivo: tem habilidade para controlar sentimentos pessoais.
- Um ministro de Cristo deve ter sua língua, seu coração e suas mãos em concordância.
- Um líder eficiente mantém uma postura de aluno durante a vida inteira. Nunca param de estudar; Lêem livros que aumentam seu conhecimento e ampliam seus horizontes. Assistem cursos para crescer e melhorar suas aptidões ministeriais.... Enfim, não é arrogante.
- Os líderes que apresentam os mais nobres traços de caráter não precisam se manter no poder por força bruta ou engano.
- Trata as pessoas de igual para igual, pois ser um líder não faz de alguém melhor do que outros, nem mais valioso aos olhos de Deus.
- É generoso com elogios legítimos e encorajamento. Sempre enfatiza as qualidades e virtudes dos outros. Não dá a impressão de que é perfeito, sem pecados.
- A liderança que exclui o fraco, o doente e os membros esquecidos da sociedade, não reflete o ensino de Jesus
- Para ser um motivador, o líder deve ter a habilidade de despertar e mover as pessoas à ação e à realização, ao mesmo tempo que, satisfaz às suas necessidades. Isso inclui a mobilização e o agrupamento de homens e de mulheres para aceitar a visão e o trabalho para o cumprimento da obra.
- O líder precisa de novas idéias, e da sabedoria de Salomão, para avaliar as forças sufocantes reacionárias e destingi-las dos ventos devastadores da mudança que promete melhoramente e eficiência (cf Ef. 4.14)
- Um líder planeja cuidadosamente como superar a resistência e tornar a oposição em algo vantajoso para ele.
- Um líder precisa manter renovado o seu vigor nas Escrituras, no seu caminhar com o Senhor e na sua área de perícia. Do contrário, ele perderá a credibilidade com os seguidores que também tenham acesso à fontes boas de informação.
- Um líder soberbo raramente ouve a voz do grupo que lidera, pois é auto confiante. ele pensa que sabe, acima de todos, como dirigir o grupo. A soberba faz com que seja impossível viver a verdadeira dependência de Deus e ouvir sua voz. Sem a direção divina, um líder soberbo será impetuoso e tomará decisões sem a reflexão necessária ou a troca de idéias.
- O líder que mente, que exagera ou que esconde a verdade não tem direito algum de controlar a vida de outros.
- O verdadeiro líder espera coisas grandes de Deus e aspira fazer coisas grandes para Deus.
- Um líder sábio anda na linha que separa a determinação da teimosia.
- A adaptabilidade a face de mudanças rápidas é a marca niveladora da liderança de qualidade.
- Alguns líderes podem facilmente cair na armadilha de acreditar que um seguidor que fala a verdade é desleal.
- As decisões sem ouvir as opiniões contrárias podem afundar todo o propósito de existência de um grupo.
- O equilíbrio entre a visão e a praticabilidade não deve ser perdida. Um líder que tem grandes sonhos, mas não tem seus pés no chão, tem pouco valor para a Igreja hoje.
- Nunca diga "Eu aprendi", mas "Eu estou aprendendo"; pois qualquer que seja o fato que o líder tenha aprendido no passado, ele precisa ser melhorado e aperfeiçoado.
- Um líder que negligencia a oração provavelmente fracassará, enquanto aquele que faz da oração a sua atividade fundamental tem uma boa chance de alcançar o sucesso.
Assinar:
Comentários (Atom)