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sábado, 14 de agosto de 2010

sua vida esta num espiritual positivo ou negativo?

 "E comereis da colheita velha, há muito tempo guardada, e tirareis fora a velha por causa da nova. E porei o meu tabernáculo no meio de vós, e a minha alma de vós não se enfadará. E andarei no meio de vós, e eu vos serei por Deus, e vós me sereis por povo." Levítico 26: 10-12

Não ceda e nem renuncie o seu lugar. Enquanto você não colher tudo o que Deus preparou para você. A nossa vitória é boa para nós e também boa para Deus. Tem uma tradução da Bíblia que diz: "Porei meu tabernáculo  no meio de vós, e a minha alma terá prazer em vós."

Quando você tem plenitude, você é grato. Se você é uma pessoa grata a sua alma está cheia de louvores. Torna-se alguém que fala coisas boas e positivas , e isso enche o seu ambiente  de louvor e a presença de Deus vem até você. Você constrói um espiral positivo na sua vida. A colheita traz alegria, que traz louvores, que cria um ambiente onde o Senhor coloca o seu tabernáculo e habita. E isso traz mais vitória, mais alegria, mais benção e mais unção para você. Isso é andar de fé em fé e de glória em glória.

Quando a pessoa não recebe a colheita, o oposto também acontece. A pessoa se fecha e fica amargurada. Aquela pessoa começa um espiral negativo. Pensa que Deus não a ama, pensa que Deus a rejeitou e se afasta mais e mais. Quanto mais essa pessoa se amargura e reclama, mais a presença de Deus se afasta, e quanto mais longe está da presença de Deus mais fraca fica a vida dessa pessoa. Essa pessoa se torna presa. Um abismo puxa outro abismo!
A vida de Davi foi um espiral positivo, era uma vitória que trazia outra vitória. Já a de Saul foi um espiral negativo, cada vez afundando mais.

A tua vitória aciona o espiral positivo para Deus e para a vida humana. Você se torna uma pessoa feliz e forte. Feliz com Deus e com a vida.

Em qual espiral você se encontra hoje?

sábado, 7 de agosto de 2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

versiculo do dia

Sabendo, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus; Porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza, como bem sabeis quais fomos entre vós, por amor de vós. 1 Tessalonicenses 1:4,5

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Princípios Bíblicos para a Liderança e Administração Eclesiástica - Tomada de Decisões

Em nossas vidas, a todo instante, estamos envolvidos em decisões. Questões pessoais, familiares, acadêmicas, profissionais e outras, fazem parte desta realidade.

Conforme Chiavenato (1999, p. 283)

A decisão ocorre sempre quando nos deparamos com cursos alternativos de comportamento, ou seja, quando podemos fazer algo de duas ou mais formas diferentes. Essa encruzilhada de alternativas conduz à decisão. Quando só existe uma única maneira para fazer as coisas, não há decisão a tomar. Assim, decisão é a escolha gente a várias alternativas de ação. Decisão envolve sempre opção de escolha.

Todas as pessoas que ocupam cargos de liderança vivem envolvidas em tomadas de decisões. Um grande volume de recursos financeiros são gastos em reuniões e análises de dados objetivando a melhor escolha ou alternativa possível. O erro é sempre uma possibilidade.

Dessa forma, surge o seguinte problema: “Como devemos proceder para tomar decisões corretas?” Rush (2005, p. 103) afirma categoricamente “A Bíblia nos dá a resposta”. Em Salmos 25:12 ela diz “Ao homem que teme ao Senhor, ele o instruirá no caminho que deve escolher.”

O caminho mental que o administrador utiliza para chegar a uma decisão é chamado de processo decisorial (CHIAVENATO, 1999, p. 287). Ele classifica em seis etapas este processo. São elas:

- Identificar a situação. Este primeiro estágio procura mapear a situação. Três aspectos são aqui apresentados; definição do problema; diagnóstico das causas e identificação dos objetivos da decisão.

- Obter informação sobre a situação. Neste estágio, o administrador ouve as pessoas, pede relatórios, observa pessoalmente, lê sobre o assunto, verifica antecedentes e fatos passados.

- Gerar soluções ou cursos alternativos de ação. As decisões programadas facilitam a criação de alternativas. Quanto melhor o número de alternativas desenvolvidas, melhor. A avaliação ou verificação da viabilidade das alternativas propostas não fazem parte deste estágio.

- Avaliar as alternativas e escolher a solução ou curso de ação preferido. Num processo comum, as alternativas são avaliadas e comparadas, a fim de se buscar a mais propícia à solução.

- Transformar a solução ou curso de ação escolhido em ação efetiva. A solução escolhida é aqui implementada. Implementar uma decisão envolve vários fatores, como por exemplo, a aquisição de recursos, elaboração de orçamentos, planos de ações, delegação de responsabilidades, relatórios de progresso são essências nesta etapa.

- Avaliar os resultados obtidos. Tal avaliação ocorre quando as seguintes questões são respondidas: O que aconteceu internamente e externamente como resultado das decisões? As expectativas foram alcançadas? O problema foi resolvido parcialmente, definitivamente ou se agravou?

No caso de líderes cristãos, tal processo é diferenciado, pois deve levar em alta e primordial consideração a vontade de Deus. Para Rush (2005, p. 104-107, conhecer tal vontade envolve o seguinte processo:

- Assumir o compromisso de realizá-la (Romanos 12: 1-2)

- Reconhecer que Deus tem um plano específico para o indivíduo e para a sua instituição ou empresa (Jeremias 29:11)

- Deus nos revela sua vontade produzindo em nós o desejo de realizá-la (Filipenses 2:13; Salmo 37:4)

- Se um desejo nosso for proveniente da vontade de Deus, sentiremos paz e teremos os meios para realizá-lo (Isaías 26:3)

O processo decisorial segundo Rush (idem, p. 108-111), envolve cinco passos bíblicos:

- Avaliar corretamente a situação ou problema. Tal princípio é ilustrado pelo episódio em que Moisés enviou os doze espiões a Canaã (Números 13:1-20). Em razão de avaliar a situação por uma perspectiva equivocada, a maiorias dos espias concluíram que não seria possível conquistar a terra, mesmo tendo Deus já falado que a daria ao povo de Israel. A perspectiva humana não deve nunca sobrepujar a de Deus.

- Reunir e analisar os fatos. “Qualquer empreendimento é feito com planos sábios, torna-se forte com o bom senso, e dá resultados maravilhosos por estar em dia com os fatos.” (Provérbios 24:3-4, Salmos e provérbios Vivos). A Bíblia orienta e aprova a reunião e análise dos fatos, dentro um processo decisorial. “Se você se apressa em dar sua opinião, antes de ouvir os fatos, está mostrando que é um tolo. Você deveria se envergonhar!” (Provérbios 18:13, A Bíblia Viva). A análise dos fatos deve ser orientada pelas seguintes questões: O que a Bíblia diz sobre este assunto (Josué 1:8)? Quando oro, que orientações Deus me dá (Jeremias 33:3)? Estou comprometido em fazer a vontade de Deus no tocante a esta situação (Romanos 12:1-2)? De onde procedem meus interesses e desejos relativos a esta situação (Salmos 37.4)? Que tipo de aconselhamento tenho pedido aos outros acerca desta situação (Provérbios 11:14)? Nesta situação, o que as condições e as circunstâncias revelam (Provérbios 24:3-4)?

- Encontrar alternativas. Criar alternativas é algo que conduz o líder no processo de avaliação dos dados e fatos, possibilitando dessa forma a reflexão sobre as várias opções de ação (Provérbios 19:2).

- Avaliar os prós e os contras de cada alternativa. Quais os pontos fortes e fracos das alternativas propostas? Aqui se dá o processo eliminatório de algumas alternativas. A importância de avaliarmos nossas alternativas pode ser percebida no texto de Lucas 14:31-32: “Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil? Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz”.

- Escolher uma das alternativas aprovada. É o passo mais difícil de ser dado. O medo de não ter feito a escolha certa, faz com que muitos lideram temam a tomada final da decisão. Para os tais, que seguiram os passos aqui expostos, fica a exortação bíblica: “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho”. (Salmos 32.80).

Os fatores que compões o clima da tomada de decisões precisam ser também considerados. São eles:

- A necessidade de ação

- O declínio gradual das condições, caso a ação seja protelada

- A insuficiência de dados

- O fator de risco

- As conseqüências de um possível fracasso

- As recompensas pelo sucesso

- A existência de mais de uma solução viável

Tomar decisões não implica na resolução automática e imediata do problema. É preciso entender que os problemas em geral, podem ser resolvidos num período de tempo relativamente curto, desde que as condições ou fatores circunstanciais sejam favoráveis. Neste caso, por vezes, a mudança nas condições implica na necessidade de um período de tempo considerável.

Por fim, é preciso salientar que o líder ou administrador cristão eficaz é aquele que ajuda os que estão sob o seu comando a tomar decisões, ao mesmo tempo em que os envolve e os permitem participar das suas.

Fonte: Pr. Altair Germano

A Liderança de Cristo

bebida alcoolica bebo ou não ?






O VÍCIO PODE COMEÇAR COM O PRIMEIRO GOLE

SEJA SÁBIO
O VINHO é escarnecedor, a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio.
Provérbios 20. 1 (arc)

Este versículo descreve a natureza e o mal em potencial da bebida fermentada. Note a prescrição da bebida embriagante juntamente com os seus efeitos. (1) - O vinho, como “escarnecedor”, freqüentemente leva ao escárnio e zombaria daquilo que é bom (cf. 9.7, 8; 13.1; 14.6; 15.12). As bebidas alcoólicas, por serem “alvoroçadoras”, freqüentemente causam distúrbios, inimizades e conflitos nas famílias e na sociedade. (2)- O vinho e as bebidas embriagantes são chamados escarnecedores e alvoroçadores independentemente da quantidade ingerida. (3)- “Aqueles que neles errar”, por julgar que as bebidas embriagantes são admissíveis, boas, saudáveis, ou inócuas, se ingeridas com moderação, desconsidera a advertência clara das Escrituras 23. 29-35). (4)- Esta condenação da bebida alcoólica não significa que a Bíblia condena o uso de todos os tipos de “vinho”. Yayin, a palavra hebraica comum para “vinho” no AT, freqüentemente se refere ao suco de uva não fermentado. A Bíblia não condena o uso de vinho não fermentado (ver 23. 29-35 notas; ver o estudo O vinho nos tempos do Antigo Testamento, p.241). (bep)

SEJA INTELIGENTE
A incontinência, e o vinho, e o mosto tiram a inteligência.
Oséias 4. 11 (arc)

O espírito de prostituição, quer associado ao vinho velho, quer ao novo (mosto), destruía o juízo e o discernimento dos caminhos de Deus. O vinho novo não fermentado (i.e., tirosh), em si, não deixa de ser uma benção (ver Is. 65. 8 nota), mas associado a atividades malignas, tais como a prostituição e a idolatria, faz-se maldição para todo o povo de Deus. (bep)

ENCHA-SE DO ESPÍRITO SANTO
Não se embriaguem com vinho, que leva à libertinagem, mas deixem-se encher pelo Espírito. Efésios 5. 18 (benvi)

Paulo faz um contraste entre se embriagar com o vinho, que produz uma temporária sensação de “bem-estar”, e ser cheio do Espírito, que produz uma permanente alegria. Embriagar-se com vinho está associado à antiga forma de vida e aos seus iníquos prazeres. Em Cristo, gozamos de uma alegria superior, mais elevada e mais duradoura, que cura nossa depressão, monotonia ou tensão mental. Não devemos nos preocupar com o quanto temos do Espírito Santo em nós, mas com o quanto nossa vida está entregue a Ele. Submeta-se diariamente à sua orientação e obtenha dEle forças. (beap)

CONCLAMAÇÃO
Acordem, bêbados, e chorem! Lamentem-se todos vocês, bebedores de vinho; gritem por causa do vinho novo, pois ele foi tirado dos seus lábios.
Joel 1. 5 (benvi)

Bêbados. Embora Joel conclame ao arrependimento, a embriaguez é o único pecado específico mencionado no livro. Pressupõe um modo egoísta de vida, de satisfazer as próprias vontades (cf. Is. 28. 7,8; Am. 4.1), seguido pelos que dão mais valor às coisas materiais que às espirituais. Chorem. Vários segmentos da comunidade (os bêbados, aqui; a população em geral, v8; os agricultores, v.11; os sacerdotes, v. 13) são conclamados a lamentar-se. A destruição das vinhas pelos gafanhotos deixa os bêbados sem vinho para beber. (benvi)

NÃO SE DEIXE ATRAIR PELO VINHO
Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.
Provérbios 23. 31 (arc)

Este versículo adverte sobre o perigo do vinho (hb. yayin) uma vez fermentado. Portanto, o yayin a que se refere esta passagem deve ser distinguido do yayin não fermentado. Fermentação é o processo pelo qual o açúcar do suco de uva converte-se em álcool e em dióxido de carbono. (1) – O verbo “olhar” (hb. ra’ah) é uma palavra comum que significa “ver, olhar, examinar” (cf. Gn. 27.1); ra’ah é também empregado no sentido de “escolher”, o que sugere que não devemos olhar com desejo para o vinho fermentado. Deus instrui seu povo a nem sequer pensar em beber vinho fermentado; nada se diz nesta passagem sobre beber vinho com moderação. (2)- o adjetivo “vermelho” (hb. ‘adem) significa “vermelho, avermelhado, rosado”. Segundo o Lexicon de Gesenius, isso refere-se à “efervescência” do vinho no copo, i.e., seu borbulhar cintilante. (3)- A frase seguinte: “quando resplandece no copo”, diz literalmente “quando [o vinho] dá olho no copo”. Trata-se das bolhas de dióxido de carbono produzidas pela fermentação, ou à aparência borbulhante do vinho fermentado. (bep)

JESUS E A ÁGUA FEITA VINHO
Disse-lhes Jesus: Enchei de água essas talhas. E encheram-nas até em cima. - E disse-lhes: Tirai agora e levai ao mestre-sala. E levaram. - E, logo que o mestre-sala provou a água feita vinho (não sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os empregados que tinham tirado a água), chamou o mestre-sala ao esposo. - E disse-lhe: Todo homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então, o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho.
João 2. 7 a 10 - (arc) -Ver do versículo 1 ao 10-

VINHO BOM. De conformidade com vários escritores antigos, o vinho “bom” era o vinho mais doce, vinho este que podia ser bebido livremente e em grandes quantidades sem causar danos (i.e., vinho cujo conteúdo de açúcar não fora destruído através da fermentação). O vinho “inferior” era aquele que fora diluído com muita água. – (1) – O escritor romano Plínio afirma expressamente que o “vinho bom”, chamado sapa, não era fermentado. Sapa era suco de uva fervido até diminuir um terço do seu volume a fim de aumentar seu sabor doce (IV. 13). Ele escreve noutro trecho que “os vinhos são mais benéficos quando toda a sua potência é removida através do coador” (Plínio, História Natural, XIV. 23-24). Plínio, Plutarco e Horácio sugerem que o melhor vinho era o do tipo “inofensivo”. – (2) – Os documentos rabínicos afirmam que alguns rabinos recomendavam o vinho fervido. O Mishna dos judeus diz: “O rabino Yehuda permite-o (o vinho fervido como oferta alçada), porque a fervura o melhora”. – (3) – É notável que o adjetivo grego traduzido “bom” (v.10), não seja agathos, mas kalos, que significa “moralmente excelente ou apropriado”. (bep)
As seis talhas de pedra usadas por ocasião do casamento em Caná da Galiléia, continham em números redondos de 80 a 115 litros cada uma. (ndb)
A quantidade de água transformada em vinho foi de 480 a 690 litros.

O CONSELHO DE PAULO A TIMÓTEO
Não bebas mais água só, mas usa de um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades.
I Timóteo 5. 23 (arc)

(1) - Este texto deixa claro que Timóteo não bebia nenhum dos tipos de vinho usados pelos judeus dos tempos do NT (ver o estudo O VINHO NOS TEMPOS DO NOVO TESTAMENTO (1), p. 1517). Se Timóteo tivesse o costume de beber vinho, não teria sido necessário Paulo aconselhá-lo a tomar um pouco de vinho com propósitos medicinais (ver 3. 3 nota). –(2)- Timóteo começara a ter distúrbios gástricos, provavelmente devido ao teor de álcali na água em Éfeso. Paulo, portanto, declara que ele devia usar um pouco de vinho com aquela água para neutralizar os efeitos daninhos da alcalinidade. O vinho usado para o estômago, de conformidade com os antigos escritos gregos sobre medicina, costumava ser do tipo não-embriagante. O escritor Ateneu, declara: “que tome vinho doce, ou misturado com água, ou aquecido, especialmente do tipo chamado protropos (o suco de uva antes de espremê-las), por ser bom para o estômago, porque o vinho doce (oinos) não deixa a cabeça pesada” (Ateneu, Banquete, 2. 24; ver também Plínio, História Natural, 14. 18). (3) – Timóteo, por respeito ao apóstolo Paulo, tomaria “um pouco de vinho”, quando necessário, e exclusivamente com fins medicinais. Citar o conselho de Paulo a Timóteo para justificar o uso de vinho embriagante, em apoio a bebedores de vinho, é distorcer o significado desse trecho bíblico. (bep)

OS ALCOÓLATRAS NÃO HERDARÃO O REINO DE DEUS
Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, - nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus.
I Coríntios 6. 9 e 10 (benvi)

Paulo não parece concordar com a opinião moderna, que diz que o alcoolismo é uma “enfermidade”. Parece muito mais provável que ele atribuiria esse vício à desintegração gradual da vontade, devido ao excesso de indulgência do indivíduo consigo mesmo. Esse vício anda sempre de mãos dadas com várias outras formas de vício. O alcoolismo é um multiplicador de vícios, produtor de numerosíssimas misérias humanas. (nti)
Em uma sociedade permissiva, é fácil para os cristãos ignorar ou tolerar algum comportamento imoral (a cobiça, a embriaguez, etc.) enquanto se mostram indignados com outros (por exemplo, furtos e homossexualidade). Não devemos participar de qualquer forma de pecado ou tolerá-lo; não podemos ser seletivos naquilo que condenamos ou perdoamos. Afastar-se das formas mais “aceitáveis” de pecado é penoso, porém não é mais difícil para nós do que foi para os coríntios. Deus espera que seus seguidores, de todas as épocas, tenham elevados padrões morais. (beap)

EXAMINE ESTES TEXTOS: Provérbios 21. 17 - Provérbios 23. 20 e 21
Provérbios 23. 29 a 35 - Isaías 5. 11 e 22 - Isaías 28. 1 a 8
Lucas 21. 34 - Romanos 13. 13 - I Coríntios 5. 11 - Gálatas 5. 21
I Pedro 4. 3

PARA PENSAR: Ao ingerir bebidas alcoólicas mesmo em pequenas doses, estou cooperando para o crescimento da industria destes produtos?

a igreja que jesus aprova


OU AQUELE QUE VIVE. ESTIVE MORTO MAS AGORA ESTOU VIVO PARA TODO O SEMPRE! E TENHO AS CHAVES DA MORTE E DO HADES. – ESCREVA, POIS, AS COISAS QUE VOCÊ VIU, TANTO AS PRESENTES COMO AS QUE ACONTECERÃO. – ESTE É O MISTÉRIO DAS SETE ESTRELAS QUE VOCÊ VIU EM MINHA MÃO DIREITA E DOS SETE CANDELABROS: AS SETE ESTRELAS SÃO OS ANJOS DAS SETE IGREJAS, E OS SETE CANDELABROS SÃO AS SETE IGREJAS.
Apocalipse 1. 18 a 20 (nvi)


NÃO TOLERA IMPOSTORES NO SEU MEIO
Conheço as suas obras, o seu trabalho árduo e a sua perseverança. Sei que você não pode tolerar homens maus, que pôs à prova os que dizem ser apóstolos mas não são, e descobriu que eles eram impostores. Apocalipse 2.2 (nvi)

Um dos principais cuidados de Jesus, ao dirigir sua mensagem final às sete igrejas, foi Preveni-las da apostasia por tolerar falsos mestres, profetas ou apóstolos, que distorciam a Palavra de Deus ou enfraqueciam seu poder e autoridade nas igrejas. (bep)

É PERSEVERANTE. TUDO POR JESUS
Você tem perseverado e suportado sofrimentos por causa do meu nome, e não tem desfalecido. Apocalipse 2.3 (nvi)

Tudo suportavam porque se apegavam a Cristo como seu Senhor e Salvador, sendo Ele o único Rei que tinha o direito de ser adorado. Identificavam-se como “cristãos”, leais ao único Rei, Jesus. Por essa razão é que sofriam perseguições. (nti)

   
ODEIA AS PRÁTICAS SEXUAIS IMORAIS
Mas há uma coisa a seu favor: Você odeia as práticas dos nicolaítas, como eu também as odeio. Apocalipse 2. 6 (nvi)

Os nicolaítas (cf.v15) eram certamente adeptos do ensino de Balaão (cf.v.15), i.e., que a imoralidade sexual não afeta nossa salvação em Cristo. O NT declara o contrário; tais pessoas não herdarão o Reino de Deus (I co. 6.9,10). (bep)

É FIEL ATÉ A MORTE
Não tenha medo do que você está prestes a sofrer. O diabo lançará alguns de vocês na prisão para prová-los, e vocês sofrerão perseguição durante dez dias. SEJA FIEL ATÉ A MORTE, e eu lhe darei a coroa da vida. Apocalipse 2.10 (nvi)

O sofrimento faz parte essencial do cristianismo, por tratar-se este da presença de Cristo em um mundo hostil. (Ver João 15.18 e ss.). O ódio fatalmente perseguirá as testemunhas fiéis. O mundo odiará ao crente, se este for semelhante a Cristo. (nti)

PRODUZ HOJE, MAIS DO QUE ONTEM
Conheço as suas obras, o seu amor, a sua fé, o seu serviço e sua perseverança, e sei que você está fazendo mais agora do que no princípio. Apocalipse 2.19 (nvi)

Não basta que o crente mantenha a sua posição – é mister que avance. Assim sendo, grande é o louvor que há nessas palavras, “você está fazendo mais agora do que no princípio”. Em horas de tensão, os homens pendem bem definidamente em retroceder, ou por avançar, com igual energia. As tensões e pressões tinham levado os crentes de Tiatira a não retrocederem, mas a avançarem. (nti)

NÃO SE CONTAMINA COM O PADRÃO DO MUNDO
No entanto, você tem aí em Sardes uns poucos que NÃO CONTA-MINARAM as suas vestes. Eles andarão comigo, vestidos de branco, pois são dignos. Apocalipse 3.4 (nvi)

No decurso da história da igreja, sempre houve alguns (i.e., um remanescente) que “não contaminaram suas vestes” e que procuraram manter a simplicidade e pureza de devoção a Cristo, que os apóstolos e muitos outros conheciam nos dias do NT (2 co 11.3) (bep)

GUARDA A PALAVRA DE DEUS
Conheço as suas obras. Eis que coloquei diante de você uma porta aberta que ninguém pode fechar. Sei que você tem pouca força, mas GUARDOU A MINHA PALAVRA e não negou o meu nome. Apocalipse 3.8 (nvi)

“Guardou a minha Palavra” - Essas palavras apontam primariamente, para a observância dos mandamentos de Cristo, o que leva o crente a uma vida de santidade, em contraposição à licenciosidade dos gnósticos (ver o versículo seguinte). Preservar a própria fé cristã, em face mesmo da apostasia.